O novo álbum de Taylor Swift, The Life of a Showgirl, nem saiu ainda — lançamento marcado para 3 de outubro de 2025 — e já está movimentando intensamente o mercado de discos.
Segundo dados do Discogs, houve um aumento de 37% nas vendas de vinis da cantora nas duas semanas após o anúncio, em comparação com o período anterior. O número de Swifties adicionando álbuns dela às suas Wantlists também disparou, crescendo 49%.
Não é de hoje que Taylor Swift se tornou um fenômeno no vinil. Em 2024, The Tortured Poets Department foi o disco mais vendido do ano em LP, parte de um movimento que fez o formato gerar US$ 1,4 bilhão em vendas e consolidar o 18º ano consecutivo de crescimento.

As edições especiais são um capítulo à parte: só esse novo álbum já conta com pelo menos quatro variantes de vinil — “Shiny Bug”, “Tiny Bubbles in Champagne”, “Baby, That’s Show Business” e a edição padrão. Essa estratégia cria uma mentalidade de coleção e alimenta a corrida dos fãs atrás de cada versão, esgotando estoques em lojas físicas e online.
📀 O impacto é tão forte que lojas independentes relatam que as vendas de Taylor Swift “pagam o aluguel do ano inteiro”. No Discogs, discos como Folklore: The Long Pond Studio Sessions e Lover (Live from Paris) estão entre os mais desejados do mundo, lado a lado com clássicos como Dark Side of the Moon do Pink Floyd e Rumours do Fleetwood Mac.
Para muitos fãs, comprar um vinil da Taylor é só o começo: em pouco tempo, vem o toca-discos e, com ele, uma nova paixão pelo colecionismo. Ou seja, Swift não apenas quebra recordes — ela traz uma nova geração para dentro do universo do vinil.


